As paquistanesas fazem parte de um país que lutam para preservar suas tradições um tanto quanto exagerada para os dias atuais (e até mesmo cruel).
Caso essas mulheres venham a se apaixonar pela pessoa errada, ela pode sofrer tortura até a morte.
Para eles a mulher é propriedade da família e, até que se case, ela deve fazer e 'sentir' o que a família quer. Após o casamento ela passa a pertencer a familia de seu noivo, que exerce sobre ela os mesmos direitos que sua própria família. Ou seja, de mandar.
Os chamados 'crimes de honra' são imperdoáveis diante da tradição paquistanesa, ou seja, se o marido 'achar' que sua esposa o desonrou ele tem o direito de mata-la.
Mais de mil mulheres foram mortas em 2014 por conta desses crimes. Embora não seja um número exato pois a grande maioria não chega as autoridades.
Em Karachi, o adultério é considerado crime e isso pode fazer com que ela venha a receber chicotadas e apedrejamento, porém em 2006, novas regras visando 'o bem estar' da mulher, determinam que caso haja adultério a mulher seja presa, ao invés de apedrejada e chicotada como previsto anteriormente.